Prêmio ACIC

É com muito orgulho que a Dimensão Construtora anuncia o recebimento do prêmio ACIC, que visa reconhecer entidades associadas às práticas sustentáveis no seu ambiente de trabalho.

A Dimensão Construtora foi premiada pelas boas práticas aplicadas em seus processos de trabalho, visando a diminuição do consumo de recursos naturais e minimizando impactos ambientais em suas obras. Também foram fatores determinantes na premiação as ações de destinação correta de resíduos e a utilização de tecnologias limpas em suas obras.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Sustentabilidade, Eliana Cansian, a definição de sustentabilidade está normalmente relacionada com uma mentalidade, atitude ou estratégia do que é ecologicamente correto.

“Porém, o conceito é mais amplo. Uma das perspectivas é o tripé da sustentabilidade: social, ambiental e econômica, no qual um empreendimento é considerado sustentável quando é ecologicamente correto, economicamente viável e socialmente justo”.

Já o presidente da ACIC, Cidnei Barozzi, deixou claro que em Chapecó existem diversas empresas criando raízes na sustentabilidade e se tornando grandes exemplos dentro deste meio — deixando claro que o Núcleo apoia evidentemente o avanço das empresas neste setor:

“Não é qualquer empresa que está pronta para implantar essa cultura, mas com o Prêmio foi plantada uma sementinha. Nossa missão, enquanto entidade, é fomentar eventos e o desenvolvimento e, juntos aos parceiros, conseguimos atuar para isso. Quem não está pronto para a sustentabilidade terá oportunidade nas próximas edições, pois esse evento entrará no calendário anual da ACIC”.

Cidnei Barozzi, Presidente da ACIC, Eduardo Spohr, Dimensão Construtora e Luciano Bulligon, Prefeito de Chapecó.

Sobre o troféu:

A ideia, em sua concepção original, é ótima e beneficia todas as empresas: premia todas as empresas que colaboram para um ambiente o mais sustentável possível. Desde o processo inicial até o fim de toda a escala de trabalho.

O mesmo foi desenvolvido pela designer Silvia Baggio, juntamente com toda comissão do Núcleo de Sustentabilidade.

O troféu tem em sua base madeira, recolhida nas comunidades de Sede Figueira, Água Amarela e Linha Batistello, em Chapecó, e esculturas em raízes provenientes do fundo do lago da usina de Itá.

Também compõem o troféu, plantas que exigem pouca manutenção. “O valor simbólico perpassa o conceito de que não estamos sozinhos e que em algum momento os contextos se aproximam e se conectam a novos enredos”.

“O que importa, de fato, é que essa percepção alcance não somente este ou aquele local, mas que possamos encontrar, nesse conjunto, o local ideal para nos percebermos enquanto seres globais e que sozinhos não poderemos ir adiante.

Somos raízes e juntos estamos comprometidos com a transformação positiva e cada vez mais sustentável do mundo”, explicou Silvia.